INTO THE WILD

Acabo de ver o filme Into the wild( Na natureza selvagem) Pela enésima vez. Ele fala de Alex Supertramp, jovem americano, que termina o College e larga toda a vida que tinha para viajar pelos EUA sem documentos, dinheiro e a pé. Encontra com todo tipo de gente, deixa sua marca em cada um deles e se determina a ir para o Alaska selvagem e ficar por um tempo sozinho com a natureza. No meio disso tudo Alex refleti sobre o sentido da vida, sobre seus pais hipócritas e sobre amor.

Sempre me emociono, sempre reflito e sempre surgem questões novas na minha cabeça no inicio, meio e final dessa película. Começando pela música forte, tocante e vivaz de Eddie Wedder. Que se torna completa com a sua voz única causando calafrios nos espectadores. Pelas imagens sensacionais da natureza norte americana. E pelas conversas e reflexões dos personagens. E por fim, por ter sido baseado numa história real.

Supertramp nos intriga e nos seduz com a sua história. É como se ele representasse um lado nosso ávido por liberdade dessa vida estranha e sem amor. Em cada ato nobre dele, nos sentimos mais humanos. Em cada cena da natureza, nos sentimos aventureiros. Nas relações com outras pessoas nos sentimos invejosos por ainda sermos tão medíocres e não conseguirmos ter esse mínimo de nobreza, coragem e gentileza. Devoramos o filme na esperança de poder amar melhor.

Poderia ficar escrevendo e escrevendo sobre esse filme que tanto gosto mas vou deixar umas frases e uma música. E nada melhor do que ver o filme e tirar suas próprias conclusões.

Ron: Do que você está fugindo, Alex?
Alex: Sabe, eu poderia fazer essa mesma pergunta pra você, Ron. Mas eu já sei a resposta.
Ron: Sabe? E qual é?
Alex: Você tem que sair daquela sua casa, Ron. Sair, viajar, fechar sua oficina e viver. O espírito da vida humana vem de novas experiências, Ron. E tudo ao nosso redor pode nos dar isso.

“E também sei o quanto é importante na vida não necessariamente ser forte, mas se sentir forte, se avaliar uma vez na vida, se encontrar pelo menos uma vez na mais antiga condição humana,encarando a cegueira, ficando surdo com nada pra te ajudar além de suas mãos e sua própria cabeça. ”

“Em vez de amor, dinheiro, fé, fama, eqüidade, me dê a verdade.”

“Admitir que a vida é guiada pela razão, é destruir a possibilidade de viver.”

When you forgive, you love. And when you love, God’s light shines on you.”

“If you want something in life, reach out and grab it.”

‘ quero me livrar dessa sociedade doente.
Sabe o que eu não entendo??
Pq as pessoas, todas as pessoas são sempre tão más uma com as outras??
Não faz sentido. Julgamento!
Controle!..todas essas coisas….”

Vou sentir sua falta quando for.

Também vou sentir a sua, Ron. Mas engana-se se acha que a alegria de viver advém principalmente das relações humanas. Deus colocou-a ao nosso redor. Está em tudo. Está em tudo que possamos experimentar. As pessoas apenas precisam mudar a maneira como olham para essas coisas.

Pois é, vou ter isso em mente. Não, eu vou. Vou mesmo. Mas queria te dizer uma coisa. Do pouco que reuni, sabe, o que me contou da tua família, da tua mãe e do teu pai. E também sei que tem os seus problemas com a igreja. Mas há um tipo de coisa superior que todos podemos apreciar, e me parece que não se importa que chame isso de “Deus”. Mas, quando você perdoa, ama. E quando você ama, a luz de Deus brilha em você.

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Sobre Yuri Mota

Sou Yuri Mota, carioca, estudante de engenharia, mochileiro, amante da boa música,de violão, canto e também amante de robôs e automobilismo. Amo a vida, me considero um privilegiado e gosto de tantas coisas que é difícil resumir aqui. o blog é sobre minhas viagens, minhas impressões e idéias sobre tudo que acontece ou não. Dando uma atenção especial ao estilo de viajar mochileiro, a reflexão sobre o comportamento humano e a pratica de trekking. É isso, leia e comente, por favor.
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2 respostas para INTO THE WILD

  1. Michelle disse:

    Um filme pra ser visto e revisto, sempre. Um filme pra nos lembrar de quem realmente somos.
    “O âmago do espírito humano requer novas experiências”
    “Hapiness in only real when shared”
    (Alexander Supertramp)

  2. Gabriel disse:

    Esse filme é realmente muito bom, sem dúvida um filme que vale a pena ser visto.

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